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O grupo Eloim e o grupo coral composto pelas Senhoras da Primeira Igreja Batista em Albano Franco para Louvr ao nosso Deus Vivo.
Sob a coordenação das Irmã Elaine e Rosicléia, o Grupo Eloim Tem abençoado a todos os irmãos, com louvores perfeitos ao nosso Deus.
São mulheres que inspiram e impulsionam vidas para aceitarem o Senhor Jesus Cristo como único Salvador de suas almas, amá-lo e servi-lo com alegria e prontidão.
Mulheres que vêm e vão, que têm de Deus unção, cumprindo uma grande, abençoadora e sublime missão.
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Mulheres de Deus
Vanilda Bordiere |
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Tem mulher de fé neste lugar,
Tem sim, eu posso ver
Tem mulher que Deus escolheu;
Tem sim, cheia de poder;
Tem mulher que Deus ungiu,
Tem sim, só pra vencer.
Sobre a vida das mulheres
Na Bíblia eu encontrei
A mulher que era escrava,
Mas foi herdeira do rei;
A mulher que era estéril,
Mas um filho Deus lhe deu
Outra que foi condenada,
O Senhor lhe defendeu;
A mulher que habitou
Os muros de Jericó,
Foi da sua descendência
Que nasceu o Salvador
A mulher de Samaria,
Que saiu a proclamar
A mulher que se humilhou,
Pra vitória alcançar;
Aquela que ungiu Jesus,
Lá na casa de Simão,
Uma tocou em suas vestes
Recebeu a libertação;
A viúva que chorava
Pelo filho que perdeu,
Encontrando o Salvador,
O seu filho reviveu.
Sei que aqui tem mulheres de fé,
Cheias de unção
Tem mulheres que confiam,
Tem mulheres de oração
Foram livres do pecado
Deus as encheu de poder,
Também foram escolhidas
Ungidas para vencer
São herdeiras da Glória
Que o senhor prometeu,
O inimigo não derrota,
Não vence a mulher de Deus.
Passos de Ester para Vitoria
Introdução:
Ester teve que ter Sabedoria, Dedicação,Firmeza,obediência,fidelidade,
humildade e Santidade
Tiago 1.5 – Se algum de vós tem falta de Sabedoria,
peça-a a Deus. Que a todos dá liberalmente sem
lançar em rosto.
Provérbios 9.1 – a Sabedoria já construiu
sua casa. Já lavrou as suas sete colunas.
I Samuel 1.28 – Por isso eu também o entreguei
ao Senhor; por todos os dias que viver, ao Senhor está entregue.
E adoraram ali ao Senhor,
INTRODUÇÃO
Ester foi a única mulher hebréia a se tornar rainha
numa nação dominadora. Disputou um concurso público
e foi escolhida entre as melhores. Durante seu mandato, conseguiu
livrar o povo de um dos maiores massacres planejados pelo inimigo.
A vida de Ester só alcançou esse patamar de sucesso,
porque o caráter moldado nela estava dotado das seguintes
virtudes: SABEDORIA, DEDICAÇÃO, OBEDIÊNCIA,
FIRMEZA, HUMILDADE, FIDELIDADE e SANTIDADE. Samuel mostrou ...
1. Sabedoria em Cap. 5. Vv. 3-4 - Então o rei lhe disse:
O que é, rainha Ester? Qual é a tua petição?
Até metade do reino se te dará. Ester respondeu:
Se parecer bem ao rei, venha hoje com Hamã ao banquete
que tenho preparado para o rei. ESTER PREPAROU UMA BELA ESTRATÉGIA
PARA O ESCAPE DE SEU POVO. AZAR DO ADVERSÁRIO.
2. Dedicação em Cap. 2. Vv. 5-18
ESTER DISPUTOU E VENCEU O CONCURSO DE MISSES MAIS DISPUTADO QUE
JÁ SE OUVIU FALAR. NINGUÉM PODE VENCER O SERVO
DE DEUS DEDICADO E FIEL.
3. Firmeza em (Cap. 4 V. 16) – “Vai, ajunta todos
os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não
comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia;
e eu e as minhas moças também assim jejuaremos.
Depois irei ter com o rei, ainda que isso não é segundo
a lei; e se eu perecer, pereci.” - NEM A POSSIBILIDADE
DA MORTE DETÉM O CRENTE FIRME.
4. Obediência em (Cap. 2 v. 10) – “Ester, porém,
não tinha declarado o seu povo nem a sua parentela, pois
Mardoqueu lhe tinha ordenado que não o declarasse.”,
NÃO SOMENTE NESSA OCASIÃO, MAS ESTER NUNCA SE PREVALECEU
DA CONDIÇÃO DE RAINHA PARA SAIR DO POSTO DE SUBMISSÃO
E OBEDIÊNCIA EM RELAÇÃO A MARDOQUEU.
5. Fidelidade em (Cap. 8 v. 6) – “ Pois como poderei
ver a calamidade que sobrevirá ao meu povo? ou como poderei
ver a destruição da minha parentela?” ESTER
PODERIA, DEPOIS DE SE TORNAR RAINHA, NEGAR SUA RAÇA E
DEIXAR QUE O POVO PERECESSE. SUA FIDELIDADE EVITOU QUE ELA PRÓPRIA
VIESSE A PERECER.
6. Humildade em (Cap. 7, v. 2) – “2 Ainda outra
vez disse o rei a Ester, no segundo dia, durante o banquete do
vinho: Qual é a tua petição, rainha Ester?
e ser-te-á concedida; e qual é o teu rogo? Até metade
do reino se te dará” e (cap. 8, v. 11) – “Nestas
cartas o rei concedia aos judeus que havia em cada cidade que
se reunissem e se dispusessem para defenderem as suas vidas,
e para destruírem, matarem e esterminarem todas as forças
do povo e da província que os quisessem assaltar, juntamente
com os seus pequeninos e as suas mulheres, e que saqueassem os
seus bens,”. ESTER SABIA PEDIR APENAS O NECESSÁRIO
E COM ISSO EVITAVA RECEBER NEGAÇÃO.
7. Santidade em (Cap. 4, v. 16) – “Vai, ajunta todos
os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não
comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia;
e eu e as minhas moças também assim jejuaremos.
Depois irei ter com o rei, ainda que isso não é segundo
a lei; e se eu perecer, pereci.”. ENTREGAR SEUS PROBLEMAS
A DEUS É A MELHOR DAS HABILIDADES.
Conclusão:
1) A história de sucesso de Ester começa quando
Deus coloca uma estratégia de sabedoria no coração
de Mardoqueu. E Ester, uma jovem confiante em Deus aceita a liderança
de alguém que a tinha criado. (PRIMEIRO PASSO)
2) Ester teve o privilégio de crescer num lar dirigido
por Deus. Soube fazer jus ao tratamento privilegiado (SEGUNDO
PASSO).
3) Edificou as colunas do seu sucesso desde o primeiro dia que
conheceu a Deus (TERCEIRO PASSO).
Agora só falta você criar coragem e fazer o mesmo
que Ester.
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Mães que despertam o Sol |
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As mães que oram e louvam o Senhor, são mulheres capazes de despertarem o Sol. No Salmo 108 o rei Davi declara seu grande desejo de, desde o alvorecer, estar cantando louvores ao Deus Eterno e lhe dando graças entre os povos e nações. (1,2)
Como é bom quando em nossos lares podemos, desde o acordar, ver nossa mãe, ou a mãe de nossos filhos, preocupadas com o louvor ao Senhor, com a oração e com o reconhecimento da fidelidade e do amor de Deus para conosco.
Em nossa casa, nossos filhos nasceram, cresceram e viveram sempre vendo e ouvindo a mãe dando louvores ao Senhor. As crianças eram acordadas com cânticos de louvor e adoração. Participavam do culto doméstico, das orações e dos hinos desde o levantar-se até o dormir, pois é bom viver numa atmosfera de alegria e satisfação, na qual o desejo da alma é sempre de cantar e contar as maravilhas de Deus.
Logo de manhã meus filhos ouviam a mãe cantando, preparando roupa e lancheira para a escola; café da manhã para a família sempre com o coração firme na fé
em Cristo Jesus. Nada mudava nossa rotina da madrugada. Fosse inverno rigoroso como quando morávamos lá na França, ou verão escaldante do Rio de Janeiro, o Sol era acordado, e com ele também nossos filhos, com o cântico de minha esposa e as orações de gratidão pelo novo dia. É bom ouvi-la, sempre cantando hinos pela casa, em todos os momentos.
Madrugada gelada de 20º graus negativos na periferia de Paris, ou de quase 40º na zona Norte do Rio não alteravam, nem ainda aqui
em São Paulo, alteram, o coração de uma mulher que sabe como é bom “despertar a alva” agradecendo a Deus com louvores e oração. Como é gratificante ter no meu lar uma mulher de fé que é capaz de enfrentar o novo dia, mesmo com lutas, mas com a Esperança firmada no Senhor nosso Deus.
O Lar, a Família precisa de mulheres que saibam amar. Amar do verdadeiro amor materno. Mulheres capazes de se alegrarem devido a grande oportunidade e o extraordinário privilégio de poder orar, de poder amar e de fazer com que sua família seja abençoada, devido sua fé naquele cuja “glória brilha no mundo inteiro”. (5)
O Amor Materno é a Prova da Verdadeira Mansidão na Família. Famílias tranqüilas, mansas, serenas e cujos componentes vivem em paz e harmonia é uma bênção tão grande que dá para sempre equilíbrio e felicidade a todos os participantes assim como também dos novos lares que venham a surgir. Pois quando os filhos crescem num ambiente de louvor, de adoração e de temor ao nome do Senhor, haverá sempre vitória. (6)
“O meu coração está firme, ó Deus, bem firme; eu cantarei hinos em teu louvor. Acorde, meu coração! Minha harpa e minha lira acordem! Eu acordarei o Sol!”. (1,2)
Mães que louvam a Deus juntamente com seus filhos e familiares são mães fiéis, dignas e honradas, que fazem com que todos os que convivem com elas se encham da alegria de uma aurora plena de esperança de paz e felicidade.
Mães que acordam sua família louvando a Deus podem declarar sem medo de errar: “Com Deus do nosso lado, venceremos; Ele derrotará os nossos inimigos”. (13)
As mães que oram são mães felizes porque confiam no Senhor, e sabem que a ajuda não virá dos homens, mas só de Deus: “Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é o socorro do homem”. (12).
PARABÉNS MÃES QUE DESEJAM SEMPRE ACORDAR A ALVA COM LOUVOR E ORAÇÃO! Pr. Paulo Roberto Sória - Igreja Batista no Alto da Mooca -SP
Fonte:http://www.iebam.org.br/Pastoral
O
Coro é o mais antigo entre os grandes agentes sonoros coletivos.
Antigos documentos do Egito e Mesopotâmia revelam-nos a existência
de uma prática coral ligada aos cultos religiosos e às
danças sagradas. O termo Chóros possui um sentido
bastante amplo e com o decorrer da história passou por diversos
significados. Em sua origem grega, Chóros, representava
um conjunto de aspectos que, somados, iam ao encontro do ideal do antigo
drama grego de Ésquilo, Sófocles, e Eurípedes.
O conjunto consistia em Poesia, Canto e Dança. O Cristianismo
antigo o adotou com outros sentidos, passando para o termo latino Chorus
que significava o grupo da comunidade que canta ou a abside (recinto
poligonal em que termina o Coro da igreja) junto ao altar, separada
da comunidade pelas cancelas e mais tarde também denominada o
lugar onde se coloca o órgão.
A estrutura a mais vozes, porém deve ser distinguida
sob dois diferentes aspectos, isto é, sob o ponto de vista de
procedência e sob o ponto de vista de objetivo. O Cantus-Planus,
como representante do canto monódico, mesmo sendo executado por
um Coro e a música Figuralis, como representante do canto a mais
vozes que mais tarde, assume uma técnica mais rebuscada e artística.
O elo que une os dois é que o primeiro serviu de ponto de partida,
de fundamento para o segundo, isto mais ou menos pelos séculos
VII e VIII, quando surgiu uma polifonia “aparente” com o
organum, executado em quintas paralelas, tendo por base o Choral
que se impôs como Cantus Firmus. Somente no século
XI é que o sentido polifônico assumiu uma característica
mais independente, mais polifonia real, que apesar de dos ritmos semelhantes
ousava enfeitar o Cantus Firmus. Surge então o Cantus
Floridus, que quebrou a monotonia, assumindo papel mais independente,
inclusive ritmicamente. Iniciava-se o Contraponto.
Desse modo, realizou-se no século XII a primeira
reforma coral. Com uma estrutura a três vozes o coral atingiu
seu apogeu no século XIII principalmente na Escola Parisiense
de Notre-Dame. Com o desenvolvimento da técnica coral novas formas
apareceram, onde se estabeleceu a tão comum estrutura a quatro
vozes. |
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